segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Hábitos

My snack + soundtrack:

Iogurte natural + mirtilos + granola made @ home + xarope de agave
A melhor programação de rádio: "M" na Antena 3
http://www.rtp.pt/programas-rtp/index.php?p_id=1683&e_id=&c_id=3&dif=radio
ps - adoro esta minha toalha de mesa, feita de retalhos

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Fashion Shopping #41

TheBlondeSalad-9122-copia
http://www.theblondesalad.com/2011/11/different-trousers.html

Quero um colete de pêlo - quero - quero - quero! A minha querida S. leu-me o pensamento e sugeriu que eu cortasse as mangas e apertasse a cintura ao meu coelho (um coelho que comprei ao preço na chuva no e-bay) e que claro, como não foi experimentado, fica-me bem mas não é cintado. Se esta perigosa operação for bem sucedida faço um A.C. - D.C. (Antes do Corte, Depois do Corte); se a coisa correr mal, recuso-me a publicar a prova do crime.

Do julgamento

Pinned Image
"The kabbalists use a simple story to illustrate this lesson. A man spends all of his day in a coal mine and his entire body and face are filthy. As he arrives home he sees a mirror his wife has bought. He looks at the mirror and sees that his reflection is dirty, so he takes a rag and starts cleaning the mirror. He tries and tries with all his might but his face still remains dirty. Of course this man is acting foolishly, as it is not a problem with the mirror but rather his own filth. This is how we usually behave—we see a reflection of our less-than-perfect traits in others, and rather than realizing that we are seeing this in order to change and perfect ourselves, we stay focused on the faulty mirror."
"If we truly integrate this understanding into our lives, the next time we feel the urge to judge others we will instead look inward and find how we too possess the fault we see and forget about judging anyone. By acting in this way we protect ourselves from drawing the energy of judgment and lack into our lives. And most importantly, we gain a clear direction for own transformation and growth."
Michael Berg @ goop.com

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Da greve


Esta desgraça vai continuar enquanto as pessoas não perceberem que estamos perante uma mudança de mentalidade (aqui). Nunca tive um único subsídio de desemprego e nem sequer subsídio de maternidade e talvez se menos os tivessem, mais seriam os que perceberiam que se não fizerem por eles, ninguém faz. Não digo que o estado de sítio seja culpa nossa, nem concordo por ex.: com a redução dos salários imposta, mas enquanto não se pretender perceber que o Estado não é pai de ninguém, este país não vai andar para a frente.

Esta semana falavam-me da mentalidade empreendedora em Silicon Valley; não quero dizer que devíamos estar todos a abrir negócios, mas sim que não nos podemos encostar a esses outros pais imaginários que são as empresas - que nos devem tudo e a quem não devemos nada. Estas noções deviam ser ensinadas na escola, nas aulas de história, para que as novas gerações não cresçam com as actuais referências de que os trabalhos são empregos. Trabalho esse que se consubstancia apenas numas quantas horas diárias num determinado local, com um espírito conformado e receio de expôr e revelar uma atitude diferente daquela que está generalizada.

Não digo que não haja quem não precise, mas tenho vindo a mudar as minhas convicções sobre a forma como o Estado deve intervir na economia e que se deve restringir àquilo que é nevrálgico, sob pena de vivermos no conforto do garantido e de termos pouco espírito de evolução.

ps - pelo menos noutros tempos, as causas de protesto eram mais dignas.
ps 1 - sou declaradamente uma fura greves - já no ano em que nos impuseram as provas de aferição, fui das poucas que fui fazer o raio do exame.
ps -confesso-me pecadora, mas pelo menos reconheço os meus pecados.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Embrulha

Era uma vez um senhor conselheiro da MAC que me traumatizou dizendo "Ah e tal a menina tem uma cara com muita informação: sardinhas e bold eyebrows, por isso não pode usar baton encarnado" ...
E a este senhor eu digo "ai é? tomá lá:

"